Sempre adorei o Nu. Assim, em letra maiúscula, quase como uma entidade.
O Nu é o deixar-se, o permitir-se, o aceitar-se. Sua fotografia é a revelação do que lhe mais íntimo lhe é a matéria, e para isso é preciso coragem – ou muito amor-próprio.
Ou um calendário da Vogue.
O despir-se significa um desmascarar-se, um destituir-se de armas e argumentos para ser o que se é, ao natural.
Nos despimos de amarras, de amores, de teimosia, de contra-ataques… e nos despimos de vestimentas – aquilo que a moda e a cultura ditam como o que devemos trazer pôr sobre sua pele. Nos despimos, enfim, de convenções.
Estou desnuda e a moda, ao que me parece, também. À margem de mulheres-melancias, somos desnudamentos elegantes e delicados, como deve ser tudo aquilo que se expõe.
Afinal, ser Dita Von Teese nua+Scarlett Johansson semi-boy, não é, em definitivo, para qualquer um.
…
E não somos, em definitivo, qualquer um.
…
Tags: dita von tesse, nu, scarlett johansson, sexo, vogue


Novembro 29, 2008 às 5:27 pm |
Tati linda, post tão delicado como vc (ainda mais em assunto tão esfarrapado pela inprensa brasileira quanto este).
Tempão (tempão mesmo!) que a gente não se vê.
Beijão.
Dezembro 3, 2008 às 6:30 pm |
E o nu do Esper??? O que é aquilo? Fiquei com vergonha alheia…
beijinhos
Cam
Dezembro 5, 2008 às 9:43 pm |
Estou com a Camila… me lembrei do Esper?!?!
Mas prefiro o nu do Marc Jacobs! (Beeeeeeeem melhor!!!)
É preciso usar o nu com sabedoria e um pouco de noção!
O calendário da Vogue está D+!!!
Bjuuuuuuuuus
Dezembro 17, 2008 às 12:49 am |
eu tb adoro o Nu.
amei o post Tati!(por acaso tb tenho essa foto da dita von teese com a scarlet, tenho todas desse photoshoot, são incríveis né!)
bjo
mari