spfw: a osklen dá samba. do bom.

A bateria começa suave, como se lá longe. A densidade das roupas também. Sobreposição de transparências, cada uma com sua cor. A música vai aumentando, como se aproximando. O brilho nas formas se vem.

O confete parece cair sobre os looks, paetizado. Demais? Embora não, dá pra todo mundo sambar. E pra quem não deseja brilhar – demais – a transparência se sobrepõe ao paeté. Se ainda for too much, uma estampa deste mesmo confete pode qualquer timidez num print resolver.

montagem osklen 2(foto: Oficina de Estilo)

As formas são as mesmas do cotidiano urbano: regatas, bermudas, camisetas, vestidos soltinhos, shorts, moletons, cardigans e leggings. Mas a alegoria com que cada peça é construída é que faz o samba da roupa de Oskar acontecer. Em alegria.

A música se achega mais. Os confetes travestidos de paetés também. Mais aparecidos, escorrem, não sobrepostos, até transformarem-se em estampas, para, ao final, diluírem-se como se querendo sumir, num corpo que em nude, ainda deseja o seu cobrir.

A bateria arrepia.

E o fim do desfile se anuncia.

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